E aí, Erika, será que agora seus amigos ingleses acreditam que no Brasil tem árvore?


















(clique nas fotos para vê-las ampliadas)
Erika e Alice vestem safári light.
Aqui começa a subida.


No meio do caminho, um trecho plano de vale. Topamos com uma estufa de orquídeas, compartilhamos um abacate catado no chão e ganhamos umas mexericas azedíssimas.
Um jacarandá (jequitibá?) enorme. Se você ampliar a foto verá que ao pé, bem pequenininha, está a Alice.
Ao fundo aparecem as antenas do Mirante. Nosso destino estava alguns quilômetros além desse ponto. Ainda faltava uma última subida. Erika administrava uma bolha no pé, eu remava com o cajado porque não conseguia mais erguer as pernas e a Alice continuava borboleteando à nossa volta, numa demonstração humilhante de resistência física.

Último aclive. Foi aqui que pensei seriamente em desistir: sentar num barranco, cochilar, esperar que viesse alguém me rebocar montanha acima.
Uau, terreno plano!

Enfim, a hospedaria, onde chegamos já no começo da noite. À mesa, outros peregrinos, alguns vindos a pé de Vargem Grande do Sul, outros de bicicleta desde Tambaú.
Linda cozinha, não?