29.5.05

são sebastião da grama

Em visita à Grama para degustar & comprar queijos, aproveitamos para conhecer o morro do Cristo. O barzinho é muito jeitoso, mas não recomendo comprar batatas chips, porque o vento carrega. Roubamos limão cavalo.

E aí, Erika, será que agora seus amigos ingleses acreditam que no Brasil tem árvore?




































21.5.05

trekking para principiantes (subindo por onde se desce)

Tarde linda de maio. Resolvemos - Alice, Erika e eu - subir a Serra da Paulista de Águas da Prata até São Roque da Fartura. São 16 quilômetros montanha acima. O objetivo final era a pousada da Dona Cida, que é ponto de passagem dos peregrinos que fazem o Caminho da Fé.

Conseguimos chegar. Foi - como direi? - um sucesso devastador.


Erika e Alice vestem safári light.


Aqui começa a subida.








No meio do caminho, um trecho plano de vale. Topamos com uma estufa de orquídeas, compartilhamos um abacate catado no chão e ganhamos umas mexericas azedíssimas.


Um jacarandá (jequitibá?) enorme. Se você ampliar a foto verá que ao pé, bem pequenininha, está a Alice.




Ao fundo aparecem as antenas do Mirante. Nosso destino estava alguns quilômetros além desse ponto. Ainda faltava uma última subida. Erika administrava uma bolha no pé, eu remava com o cajado porque não conseguia mais erguer as pernas e a Alice continuava borboleteando à nossa volta, numa demonstração humilhante de resistência física.






Último aclive. Foi aqui que pensei seriamente em desistir: sentar num barranco, cochilar, esperar que viesse alguém me rebocar montanha acima.




Uau, terreno plano!


Uma enorme plantação de coisas verdes. Após debates acalorados, concluímos que era repolho.




Enfim, a hospedaria, onde chegamos já no começo da noite. À mesa, outros peregrinos, alguns vindos a pé de Vargem Grande do Sul, outros de bicicleta desde Tambaú.


Dona Cida caprichou no feijão.


Linda cozinha, não?